Skip to main content
Património Arqueológico

PATRIMÓNIO

Condições de Acesso: Interdito
Cronologia: Séc. XV a meados do século XX
Propriedade/Natureza: Pública (municipal)
Gestão/Entidade: Câmara Municipal de Almada

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não
Classificação/Proteção: Inventariado / Área de valor arqueológico consolidado: qualquer tipo de intervenção relacionada com infraestruturas, incluindo as de saneamento, rede de águas, operações urbanísticas, se implicarem impactos significativos ao nível do subsolo, deverá ser integral e continuamente acompanhada por arqueólogo, com efeito preventivo em relação à afetação de vestígios arqueológicos incógnitos, podendo implicar ulteriores medidas de minimização em função da avaliação dos elementos encontrados
Legislação Associada: Património Cultural, I. P. (CNS 40185); PDM de Almada

Rua Capitão Leitão 2800-132 Almada

Casa do Maestro 10

Outras designações
Almada - Casa do Maestro
Image
Imagem representativa de ARQ0060
Image
Imagem representativa de Casa do Maestro. Moeda recuperada durante os trabalhos arqueológicos.
Image
Imagem representativa de Casa do Maestro. Corte noroeste.
Image
Imagem representativa de Casa do Maestro. Fase de escavação arqueológica.
Image
Imagem representativa de Casa do Maestro. Fase de intervenção arqueológica.

Os trabalhos arqueológicos de diagnóstico decorreram no âmbito de uma sondagem geotécnica exterior e da abertura de um poço de prospeção no interior do antigo imóvel do Maestro Leonel Duarte Ferreira. O edifício, entretanto demolido face ao seu adiantado estado de ruína e para dar lugar à construção do futuro Museu da Música Filarmónica, apresentava uma tipologia construtiva do século XIX com remodelações arquitetónicas ao longo do século XX, mantendo um acesso tardoz pela Rua da Judiaria.

A intervenção permitiu identificar uma sequência estratigráfica contínua que atesta a utilização diacrónica do espaço. Embora os níveis superiores de colmatação se apresentassem revolvidos, o espólio recuperado permitiu propor uma cronologia dominante centrada entre meados do século XV e o início do século XVI.

Esta leitura temporal foi robustecida pelo estudo numismático, uma vez que as moedas integradas no contexto situam a ocupação, de forma homogénea, em pleno século XV.