De Rédeas Soltas, de Gabriel Ethan Paz
28 MAR | SÁB | 16H | Biblioteca Central, Sala Pablo Neruda
Apresentação do Livro De Rédeas Soltas, de Gabriel Ethan Paz
«Cada gesto é um solfejar de uma tecla. A mesma que assola a mente em cada fração de tempo em que, sentado, tolero um fluir de sentimentos. O olhar permanece calmo e longínquo, perdido entre memórias e sonhos acalentados. A lareira fustiga calor e uma chama alaranjada sendo fiel companheiro duma noite em que as rédeas estão soltas. Cavalgo por planícies verdejantes sem confins ou fronteiras. Respiro proeza e expiro liberdade.
Não tenho regras nem pudores. Escrevo o que me murmuram as paredes, as cores da paisagem urdida ou dum estado de alma. Carrego cada tecla com o amor de quem não sabe mentir sobre o que sente. Sobre o que pensa ou tem ambição de realizar. O teclado segue as minhas ordens sem pestanejar.
Escrevo porque me exulta a alma e me jovializa o espírito. Porque viajo por aqui e por ali sem requerer mapa. Porque navego em mundos patíveis ou inóspitos. Escrevo porque tenho a liberdade de eleger a vereda por onde pelejar.»
Gabriel Ethan Paz é o pseudónimo de um cidadão português, nascido na cidade de Almada, que fez carreira profissional na Indústria Farmacêutica. Desempenhou várias funções de marketing e vendas na gestão de alguns medicamentos de notoriedade em Portugal. Foi ainda responsável pela Direção Comercial antes de rumar à carreira internacional onde foi Diretor Geral numa empresa sediada no Caribe.
Licenciado em Gestão de Marketing pelo IPAM, com pós-graduação obtida em Bruxelas em Marketing Estratégico, decidiu numa fase da sua vida mais recente, não dar seguimento ao MBA, por cansaço académico e motivacional. Preferiu enveredar pela escrita de obras de diversos géneros literários e dedicar o seu tempo a hobbies que foram preteridos como a leitura e a música.
Entusiasta ebuliente da inteligência emocional, não tem receio em expor os seus sentimentos e emoções da forma mais nua e genuína. É apaixonado por animais, pela natureza e pela praia, tendo no mar a sua principal fonte de inspiração e serenidade. Não vive sem a música e o piano, instrumento musical de eleição.
Viajante pelos quatro continentes, deambulou por mais de 67 países e 128 cidades, onde experimentou novas culturas e costumes que o converteram numa pessoa mais sábia, mais benévola e discernente do mundo que nos rodeia. E a sua viagem parece não ter ainda findado.
Público em geral | Entrada livre sujeita à lotação da sala