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Património Arquitetónico

PATRIMÓNIO

Visitável: Sim
Condições de Acesso: Condicionado a horário
Cronologia: Século XX
Propriedade/Natureza: Pública (Estado)
Gestão/Entidade: Marinha Portuguesa – Ministério da Defesa Nacional

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não

HORÁRIO

Normal
Dias de abertura: Terça-feira a domingo
Horário nos dias úteis: 10:00h - 18.00h
Horário aos Sábados: 10:00h - 18.00h
Horário aos Domingos: 10:00h - 18.00h

CONTACTOS

Telefone
21 274 6295
Avenida Aliança Povo-MFA

Docas da Parry & Son

Outras designações
Docas do Sampaio
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Imagem representativa de Ficha_Carta_Patrimonio_REVISTAS-203
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Imagem representativa de Docas da Parry & Son. Fragata D. Fernando II e Glória acostada na antiga doca seca dos estaleiros.
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Imagem representativa de Docas da Parry & Son. Fragata D. Fernando II e Glória acostada na antiga doca seca dos estaleiros.
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Imagem representativa de Docas da Parry & Son. Submarino Barracuda exposto na antiga doca seca dos estaleiros.
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Imagem representativa de Docas da Parry & Son. Submarino Barracuda exposto na antiga doca seca dos estaleiros.

Os estaleiros Hugo Parry & Son mudaram-se para a Praia da Lapa, Cacilhas, em 1938, transferindo-se do Ginjal, onde se situava o seu primeiro complexo industrial, que começou a operar no início dos anos de 1860, tendo ali sido construídos os primeiros navios de ferro e aço em Portugal.

Na Praia da Lapa, espaço depois também conhecido como Docas do Sampaio, laborava, desde os anos de 1860, o estaleiro de António José Sampaio, vendido à Hugo Parry & Son no final do século XIX. As instalações, depois da mudança de 1938, serão ampliadas nos anos de 1950. No pós-25 de Abril, e com a empresa já integrada no grupo CUF, os estaleiros serão nacionalizados e, posteriormente, em 1987, adquiridos pela Lisnave.

Além de pioneira na construção naval em aço, a Hugo Parry & Son foi também pioneira na instalação de estaleiros navais modernos de grandes dimensões em Almada, junto com a Lisnave e o Arsenal do Alfeite, indústria que, devido à grande dimensão, promoveu o desenvolvimento urbano e industrial do concelho, alterando indelevelmente o seu perfil ao longo do século XX. O estaleiro acabará demolido, restando apenas as respetivas docas secas. Atualmente, o espaço funciona como núcleo museológico, apresentando ao público dois navios de guerra históricos: a fragata D. Fernando II e Glória, ao serviço entre 1845 e 1878, e o submarino Barracuda, operacional entre 1968 e 2010.