Exposição de Fotografia "Paleta Mineira" de F. Fortes
E, no princípio, eram os minerais…
E passaram milhões e milhões de anos até que vegetais e animais aportassem a vida ao planeta. E, ainda nestes, os elementos minerais são indispensáveis em todos os processos da vida.
As testemunhas mais antigas da sua utilização pelo homem, ainda pré-histórico, são as pinturas rupestres, nas quais os pigmentos vermelhos eram constituídos, na maior parte das vezes, por óxidos e hidróxidos de ferro, os verdes e azuis resultavam da utilização da malaquite e da azurite e os cinzentos provinham da galena, entre outros.
Mais tarde, as suas características físicas, onde se destacam a magia das cores e a extraordinária dureza, foram aproveitadas com finalidade estética por figuras relevantes na história; ainda hoje nos perguntamos como estaria agora o mundo se as joias e a pintura dos olhos não tivessem acrescentado tanta beleza aos olhos de Cleópatra…
Inauguração: 16 de abril às 15h30
Mais informações:
solar@cma.m-almada.pt | 212 947 000
Encerra às segundas-feiras, terças-feiras e feriados
SOBRE F. FORTES
F. Fortes nasceu no Estoril em 1964. Licenciou-se em Engenharia Física e dos Materiais (1988) pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNL-FCT), concluindo mais tarde o Mestrado em Engenharia Informática, pela UNL-FCT (1998-2002). Desde 1992, é responsável de Informática e Telecomunicações na Ford Lusitana, acumulando vários prémios na área da fotografia, como o Mobile FNAC Oeiras 2016 (1.º lugar), FNAC Almada 2015 (1.º lugar) ou FNAC Lisboa 2015 (1.º Lugar), entre muitos outros. Participou ainda nas exposições coletivas “O escritório do França”, C.M. Tomar, NAC (Tomar, 2019); “O Tejo é a minha rua”, Junta Freguesia dos Olivais (Lisboa, 2017); “E fez-se luz”, Casa da Luz | Ano Internacional da Luz (Almada, 2015); “...e subiu aos Céus”, Mosteiro N. S. da Rosa (Crato, 2015); Junta Freguesia Alcântara (Lisboa, 2015); “12X12”, Atelier Travessa (Lisboa, 2014 e 2015); Alvito, Centro Cultural (Lisboa, 2014 e 2015); “Arte Hoje”, Sociedade Nacional Belas Artes (Lisboa, 2014).