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Património Arquitetónico

PATRIMÓNIO

Visitável: Não
Condições de Acesso: Interdito
Cronologia: Século XX
Propriedade/Natureza: Privada
Gestão/Entidade: Não determinada

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não
Classificação/Proteção: Abrangido pela Zona Especial de Proteção (ZEP) da Estação Arqueológica da Quinta do Almaraz
Legislação Associada: Portaria n.º 266/2013, Diário da República n.º 90/2013, Série II, n.º 90, de 10 de maio

Rua Trindade Coelho

Fábrica de Óleo de Fígado de Bacalhau

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Imagem representativa de Fábrica de Óleo de Fígado de Bacalhau. Edifício em avançado estado de degradação.
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Imagem representativa de Fábrica de Óleo de Fígado de Bacalhau. Acesso interdito.
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Imagem representativa de Fábrica de Óleo de Fígado de Bacalhau. Cobertura de "silo" / torre visivel desde o topo da arriba envolvente.

O desenvolvimento exponencial da frota pesqueira portuguesa é acompanhado, a partir de 1939, pela instalação, no Ginjal, da Sociedade Nacional dos Armadores do Bacalhau (SNAB), responsável pela construção de uma fábrica de produção e tratamento de óleo de fígado de bacalhau, inaugurada em 1955. O edifício era constituído por três corpos distintos: laboratório, escritórios e edifícios administrativos; espaço de transformação; abrigo para tanques de armazenamento.

As atividades ligadas ao setor bacalhoeiro conhecem grande aceleração no Cais do Ginjal a partir dos anos 40, beneficiando dos incentivos da Campanha do Bacalhau. A dado momento, a atividade de transformação de óleo de fígado de bacalhau ganha proeminência face a outras que existiam no Ginjal, pois o consumo deste suplemento alimentar conhece uma grande popularidade nas décadas de 1960/70, principalmente devido à Circular n.º 2628, de 4 de janeiro de 1956, que marcará o início da sua distribuição nas escolas, sobretudo para os alunos mais carenciados. O conjunto encontra-se atualmente em condição de abandono e em avançado estado de degradação.