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Património Arqueológico

PATRIMÓNIO

Condições de Acesso: Interdito
Cronologia: Século XVIII: 1751?
Propriedade/Natureza: Privada
Gestão/Entidade: Não determinada

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não
Classificação/Proteção: Inventariado / Área de valor arqueológico potencial: qualquer tipo de intervenção relacionada com infraestruturas, incluindo as de saneamento, rede de águas, operações urbanísticas, se implicarem impactos significativos ao nível do subsolo, deverá ser integral e continuamente acompanhada por arqueólogo, com efeito preventivo em relação à afetação de vestígios arqueológicos incógnitos, podendo implicar ulteriores medidas de minimização em função da avaliação dos elementos encontrados
Legislação Associada: Património Cultural, I. P. (CNS 40179); PDM de Almada

Rua Guedes Coelho 2825-854 Trafaria

Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Outras designações
Ermida de Nossa Senhora da Conceição; Capela de Nossa Senhora da Conceição; Almada - Ermida de Nossa Senhora da Conceição
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Imagem representativa de Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Pormenor arquitetónico da fachada do edifício religioso.
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Imagem representativa de Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Janela térrea.
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Imagem representativa de Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Torre sineira entaipada.
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Imagem representativa de Igraja de Nossa Senhora da Conceição. Perspetiva parcial desde o interior.

Antiga igreja em estado de ruína, erguida em 1751, data gravada no edifício e conforme atestam as fontes patriarcais. A iniciativa para a sua construção, autorizada pelo Patriarcado em 1747, partiu dos moradores da Trafaria, após as obras de reedificação do Lazareto terem impedido o acesso da população à Ermida de Nossa Senhora da Saúde alguns anos antes. Terá servido como principal templo da localidade até finais desse século.

Sofreu dois violentos incêndios, em 1811 e, novamente, em 1834, sendo que este último apenas poupou as paredes e a fachada, com a cobertura a colapsar integralmente. A conjugação de várias circunstâncias, nomeadamente os incêndios que sofreu, levou à dessacralização do espaço, talvez ainda nesse ano. Posteriormente, serviu de instalações a atividades distintas. Nos finais do século XIX, princípios do século XX, funcionou ali uma fábrica de cortiça; após a falência desta empresa, acolheu um núcleo de produção de redes para pesca e, depois, uma olaria. Em tempos mais recentes, foi utilizada como depósito de material dos Bombeiros Voluntários da Trafaria e armazém de ferro-velho.