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Ponte rodoferroviária em ferro e aço, suspensa sobre o Tejo, unindo Almada e Lisboa. Possui dois tabuleiros: o superior com seis vias, duas delas metálicas e perfuradas, garantindo a estabilidade da estrutura; e o inferior com duas vias ferroviárias – ambos com guardas metálicas tubulares, o segundo com passadiço de evacuação. É construída em estacaria, com maciços e estrutura do viaduto em betão; langarinas, viga de rigidez e torres em ferro e aço; cordões de amarração em aço; tabuleiro em aço e alcatrão; vias laterais assentes em cimento de betão. Em 1959, é aberto um concurso internacional que adjudica a obra à United Estates Steel Export Company, com a condição de que, posteriormente, possa ser adaptada ao tráfego ferroviário. A construção inicia-se em 1962 e em 1966 é aberta ao tráfego, com a designação de Ponte Salazar. O vão principal tem 1012,88 metros, num comprimento total de 2278 metros; acima do nível da água, a altura livre é de 70 metros e a das torres principais é de 190,50 metros. Abaixo do nível da água, a profundidade do pilar principal sul é de 80 metros e a do pilar norte de 35 metros. Em 1974, populares com o Movimento as Forças Armadas/Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas alteram a toponímia da ponte, consagrada posteriormente como Ponte 25 de Abril. Em 1999, é inaugurada a ligação ferroviária (Fogueteiro–Campolide, hoje alargada a Setúbal e ao Areeiro). Permite a circulação de comboios de longo curso. Em 2017, abriu um miradouro junto ao pilar 7 permitindo uma vista privilegiada de Lisboa até Margem Sul.
Avenida das Portagens
Tipo de património cultural