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Património Arquitetónico

PATRIMÓNIO

Visitável: Sim
Condições de Acesso: Livre
Cronologia: Séculos XVIII / XX
Propriedade/Natureza: Privada
Gestão/Entidade: Não determinada

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não

Rua Quinta da Madalena

Quinta de Cima

Outras designações
Quinta do Alemão
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Imagem representativa de Quinta%20do%20Alemão_de%20Cima%201
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Imagem representativa de Quinta do Alemão / Quinta de Cima. Fachada da antiga capela.
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Imagem representativa de Quinta do Alemão / Quinta de Cima. Pormenor do pórtico de entrada encimada por painel de azulejos de temática religiosa.
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Imagem representativa de Quinta do Alemão / Quinta de Cima. Enquadramento parcial do pátio interior. Edifícios utilizado como palheiro e vacaria.

É pouco o que se sabe desta quinta, embora haja notícia de alguns dos seus antigos proprietários. Terá provavelmente sido edificada por Feliciano Velho Oldenberg, um dos principais comerciantes do país e contratador-geral de tabacos de meados do Setecentos, responsável por uma das mais aparatosas falências comerciais desse tempo, em 1760. É já na primeira metade do século XX que se volta a ter notícia de um proprietário, no caso António Febrero Antunes, um dos fundadores da Empresa de Camionetes Piedense. Sabe-se ainda que Friedrich Graf von Merveldt, um alemão residente no país, comprou a quinta em 1958, tendo ali feito importantes obras de restauro, nela morando entre os anos 1960 e 1980; por causa da sua origem, passou a ficar conhecida por Quinta do Alemão. O conjunto arquitetónico, que possui uma ermida de evocação a São Miguel integrada no edifício principal, encontrando-se em avançado estado de degradação.