Domingo: Estudo 1 – Programa MURAL 18
Máquina. Aparelho destinado a produzir movimentos. Artefacto que transforma energia. Obra grandiosa reveladora de génio. Pessoa com grande capacidade de trabalho.
No teatro clássico grego e romano, uma máquina (guindaste ou outro meio mecânico) introduzia, vindo de fora do palco, um ator representando uma divindade. Essa máquina, conhecida como “deus ex-machina”, era um truque para salvar a obra de todas as incoerências internas.
É também conhecido como máquina, um estilo musical que se desenvolveu na segunda metade da década de 1980, na região de Valência (Espanha), em que sons instrumentais, como o da guitarra elétrica, foram substituídos por sons criados por máquinas como sintetizadores, samplers e sequenciadores.
As festas e as noites soavam a maquinaria industrial. Maquinismo.
Na era moderna, as máquinas substituem a mão-de-obra. São mais eficientes, não se cansam e a sua margem de erro parece ser insignificante.
Direção artística: Cláudia Dias
Interpretação: Cláudia Dias, Karas e João Miguel Fonseca
Textos: Cláudia Dias, Karas e Idoia Zabaleta
Música original: João Miguel Fonseca
Vídeo: Américo Jones
Fotografia: João Miguel Fonseca
Direção técnica: Nuno Borda D’Água
Materiais gráficos: Américo Jones
Produção: Sete Anos Associação Cultural
INFORMAÇÕES:
Entrada livre mediante reserva de bilhete
212 919 342 | capuchos@cma.m-almada.pt