Pinheiro-manso (Pinus pinea) - Travessa do Castelo
O Pinheiro-manso da Travessa do Castelo, em Almada, é uma espécie comum em todo o país, sendo fácil de identificar pela sua copa que lembra um guarda-sol, e muito valorizada pelo seu fruto, o pinhão.
A distribuição natural do pinheiro-manso é difícil de definir exatamente pela sua longa história de plantação na região mediterrânica. O Pinheiro-manso encontra-se distribuído ao longo da bacia do Mediterrâneo, desde Portugal até à Síria, sendo mais frequente na Península Ibérica, no Sul de França e em Itália, onde regenera naturalmente, e ainda, nas margens do Mar Negro.
O seu carácter espontâneo na Península Ibérica não se encontra totalmente esclarecido, mas existem evidências de que o pinheiro-manso já existia no Sudoeste da Península Ibérica há mais de 5 mil anos.
Pode crescer em solos e climas muito adversos e diversos, sendo considerada uma espécie pioneira, que cria condições para que outras espécies possam prosperar.
Trata-se de uma conífera, cujas folhas têm a forma de agulhas, e as pinhas são pequenas e arredondadas, contendo no seu interior os pinhões.
É uma árvore de folha perene, originária da região mediterrânica, e que dá uma sombra densa, muito apetecível no verão.
Este exemplar
- Tem uma circunferência de tronco de 122,9 cm
- Tem uma altura de 14,4 m
- Tem uma área foliar de 1258,9 m2
- O tronco e os ramos armazenam 10913 kg de carbono
- O carbono armazenado equivale a 100207 km de utilização de um carro a gasolina.
- Produz oxigénio suficiente para 1 pessoa respirar durante 69 dias por ano.
Retém 8210 litros das águas da chuva, o que ajuda a reduzir as inundações