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Viveiros do Alto do Índio

Pinheiro-manso (Pinus pinea) - Viveiros do Alto do Índio

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Pinheiro Manso, Viveiros do Alto do Índio - Sobreda
©Anabela Luís | CMA

O Pinheiro-manso é uma espécie comum em todo o país, sendo fácil de identificar pela sua copa que lembra um guarda-sol, e muito valorizada pelo seu fruto, o pinhão.

A distribuição natural do pinheiro-manso é difícil de estabelecer pela sua longa história de plantação na região mediterrânica. O Pinheiro-manso encontra-se distribuído ao longo da bacia do Mediterrâneo, desde Portugal até à Síria, sendo mais frequente na Península Ibérica, no Sul de França e em Itália, onde regenera naturalmente, e ainda, nas margens do Mar Negro.

O seu carácter espontâneo na Península Ibérica não se encontra totalmente esclarecido, mas existem evidências de que o pinheiro-manso já existia no Sudoeste da Península Ibérica há mais de 5 mil anos.

Pode crescer em solos e climas muito adversos e diversos, sendo considerada uma espécie pioneira, que cria condições para que outras espécies possam prosperar.

Trata-se de uma conífera, cujas folhas têm a forma de agulhas, e as pinhas são pequenas e arredondadas, contendo no seu interior os pinhões.

É uma árvore de folha perene, originária da região mediterrânica, e que dá uma sombra densa, muito apetecível no verão.

Este exemplar

  • Tem uma circunferência de tronco de 136 cm
  • Tem uma altura de 14,2 m
  • Tem uma área foliar de 1076,5 m2
  • O tronco e os ramos armazenam 13091 kg de carbono
  • O carbono armazenado equivale a 120206 km de utilização de um carro a gasolina.
  • Produz oxigénio suficiente para 1 pessoa respirar durante 26 dias por ano.
  • Retém 6764 litros das águas da chuva, o que ajuda a reduzir as inundações