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Património Arqueológico

PATRIMÓNIO

Condições de Acesso: Condicionado a horário
Cronologia: Século XII / XV / XVIII / XX
Propriedade/Natureza: Pública (municipal)
Gestão/Entidade: Câmara Municipal de Almada

ENQUADRAMENTO LEGAL

Classificado: Não
Classificação/Proteção: Abrangido pelas ZP dos Imóveis de Interesse Público da Casa da Cerca e Igreja da Misericórdia; Inventariado / Área de valor arqueológico consolidado: são interditos quaisquer trabalhos que impliquem a afetação desses bens patrimoniais com exceção de intervenções que decorram de projetos de valorização e / ou conservação e restauro desses mesmos vestígios
Legislação Associada: Dec. Nº 2/96, do DR 56, de 6 Março: ZEP, segundo o Despacho de 29 de Novembro de 1996; DR, 2ª série – N.º 117 – 20 de junho de 2013; Património Cultural, I. P. (CNS 11373); PDM de Almada

HORÁRIO

Normal
Dias de abertura: Terça a Sábado
Horário nos dias úteis: 10:00h -13:00h; 14:00h - 18:00h
Horário aos Sábados: 10:00h -13:00h; 14:00h - 18:00h
Horário aos Domingos: 10:00h -13:00h; 14:00h - 18:00h

CONTACTOS

Telefone
212724270
Rua Henriques Nogueira 36 2800-100 Almada

Rua Henriques Nogueira 36

Outras designações
Museu de Almada - Covas de Pão; Almada - Núcleo Medieval/Moderno da Rua da Judiaria
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Imagem representativa de ARQ0042
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Imagem representativa de Rua Henriques Nogueira 36. Fase inicial dos trabalhos em ambiente de obra.
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Imagem representativa de Rua Henriques Nogueira 36. Fase de escavação.
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Imagem representativa de Rua Henriques Nogueira 36. Final de escavação de silo com mó no fundo.
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Imagem representativa de Rua Henriques Nogueira 36. Enquadramento parcial da esavação arqueológica.
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Imagem representativa de Rua Henriques Nogueira 36. Fase de intervenção.

Em finais de 1991, a preparação de um terreno para a construção de uma moradia no Centro Histórico de Almada motivou o acompanhamento arqueológico e a realização de sondagens de diagnóstico por técnicos do Município.

As escavações subsequentes revelaram um conjunto de silos escavados na rocha, associáveis ao período de domínio islâmico (séculos IX a XII). Embora a sua função inicial fosse o armazenamento de cereais, frutos secos ou outros bens de subsistência, incluindo produtos transformados como o vinho e o azeite, estas estruturas acabaram por ser reaproveitadas como lixeiras após perderem a utilidade original.

O local preserva ainda vestígios de áreas habitacionais implantadas após a conquista cristã, que remontam ao século XV e foram abandonadas no decurso do século XVI. Já após o terramoto de 1755, a vila adquiriu uma nova dinâmica de desenvolvimento urbano, levando a que as reconfigurações construtivas passassem a ocupar espaços distintos.