Escavações Arqueológicas - Dias Abertos ao público
17, 24 e 25 de julho | 10h00 às 12h00 e 14h00 às 17h00 | Público geral
Entre 6 e 31 de julho de 2026, Almada volta a abrir uma janela para o passado. Durante este período, realizam-se três intervenções arqueológicas em pontos-chave do núcleo histórico, Largo 1.º de Maio, Rua Rodrigues Freitas e Castelo de Almada.
Estão previstos dias abertos com visitas livres e sessões de esclarecimento em cada um dos locais intervencionados. Será uma oportunidade privilegiada para acompanhar de perto o trabalho arqueológico e perceber como cada descoberta contribui para reconstruir a história de Almada: Largo 1.º de Maio, dia 17 de junho, Rua Rodrigues Freitas, dia 24 de junho e Castelo de Almada, dia 25 de julho. Nestas datas e locais, realizam-se também sessões de esclarecimento, às 11h e 15h.
Destinatários: Público geral
Calendário dos trabalhos arqueológicos
Largo 1.º de Maio
Localização
Dia aberto ao público: 17 de julho, das 10h às 13h e das 14h às 17h
Sessão de apresentação: 17 de julho, às 11h e às 15h
Rua Rodrigues Freitas
Localização
Dia aberto ao público: 24 de julho, das 10h às 13h e das 14h às 17h
Sessão de apresentação: 24 de julho, às 11h e às 15h
Castelo de Almada
Localização
Dia aberto ao público: 25 de julho, das 10h às 13h e das 14h às 17h
Sessão de apresentação: 25 de julho, às 11h e às 15h
Conheça o programa completo
NOTA SOBRE O CASTELO DE ALMADA:
- Para efeitos de controlo, os visitantes são identificados à entrada do Castelo (Dados obrigatórios: nome e n.º do cartão do cidadão)
- Os residentes, ou não residentes, estrangeiros devem apresentar um documento de identificação válido do seu país de origem, ou título de residência em Portugal;
- As entradas no Castelo são faseadas, tendo em conta a lotação máxima do espaço;
- A circulação no interior do Castelo está restrita aos percursos definidos pela organização, tendo em conta os locais específicos de escavação arqueológica, não sendo por isso permitida a livre circulação;
- Devido a constragimentos de estacionamento na zona histórica é sugerida a deslocação a pé ou de transportes públicos.